segunda-feira, 13 de junho de 2016

Como conviver com a mãe do filho dele?



   Olá meninas, peço desculpas pelo sumiço, acontece que estive envolvida com outro projeto recentemente mais voltado para minha área de formação.
   Contudo, hoje vou falar de um assunto bastante polêmico, que é a convivência muitas vezes forçada entre a atual e a ex pela existência de um filho.
    Tenho visto muitas perguntas sobre o assunto e resolvi dar algumas dicas de convivência com base em pesquisas feitas em minha própria rede de amigos que passam por algo parecido.
  Então vamos ao que interessa...
  •  Controle seus ciúmes. 

   Sei que é difícil aceitar que seu namorado ou esposo tenha contato com a ex ou até mesmo frequente a casa dela. Mas ter ataques de ciúmes só vai piorar a situação. Claro que existem casos e casos e pode ser que ex esteja passando dos limites ou o seu companheiro esteja dando muita bola para ele e nesse caso o ideal é ter uma conversa séria com ele e impor limites. Lembre-o que as obrigações dele são com o filho e não com a mãe do filho dele. Se a pensão não está atrasada, a criança está bem e o cronograma de visitas está corretamente decidido e sendo seguido, não tem porque os dois manterem contato o tempo todo, perguntar pela criança uma vez por dia está de bom tamanho, mas faça tudo isso de forma calma em tom de conversa e não de briga, pois quando você briga com ele por ciúmes ou implicância com a ex, o coloca em situação difícil e ele pode pensar que você está de implicando também com o filho dele, isso vai afastá-lo de você e acredite se existir alguma chance dele voltar para a ex, é nesse momento que vai acontecer. Por este motivo mantenha o ciúme sob controle e seja compreensiva, assim a confiança entre o casal se fortalece e a ex deixa de ser vista como um problema.

  • Acompanhe seu companheiro sempre que possível. 

   Ninguém gosta de ficar perto da ex do atual namorado, mas no caso desta ex ser mãe do filho dele as coisas se tornam mais complexas. Você não precisa acompanhar seu companheiro em todas as visitas até porque isso demonstraria falta de confiança, mas se negar a ir todas as vezes que ele te convidar ou até mesmo em eventos sociais como uma festa de aniversário da criança, só para não topar com a ex dele criará um clima de insegurança e de rivalidade, fora que você perderá chances de criar um vínculo com o filho do seu companheiro e isso é fundamental para que a existência desta criança não se torne apenas um fardo na relação.

  •  Crie uma relação de respeito com ela 

   Você não precisa ser amiguinha da ex do seu companheiro, porém a ignorar ou fazer dela uma inimiga não te ajudará em nada, tente se lembrar que ela faz parte do passado do seu marido ou namorado, o filho que ela teve com ele e toda a história do dois foi algo que aconteceu antes de você na vida dele e se você o ama precisa superar isso e ver a mãe do filho do seu companheiro como apenas mais alguém que agora faz parte do seu círculo de convivência e ter uma relação de respeito com ela não só tornará esta convivência mais fácil, como te ajudará a sentir mais segurança em relação as intenções dela com seu esposo.




   Claro que isso tudo não vai depender só de você, por parte dela também precisa haver respeito e de todos os envolvidos, pois uma relação como esta é complicada e causa estranheza de início mas com um tempo tudo vai se resolvendo e é sim possível conviver com a ex do seu atual sem viver em uma guerra constante.


O que vocês acharam deste post? Algo a acrescentar? Então deixe nos comentários.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

3 Dicas para esquentar a relação depois da gravidez

   Grande parte das mulheres depois da gravidez, passam por um momento de resfriamento da relação com o companheiro, isso ocorre muitas vezes por insegurança com o seu corpo por não ser mais o mesmo, os cuidados com o bebê que toma muito do seu tempo e o cansaço, por outro lado o seu companheiro pode estar receoso em buscar um contato mais intimo, ele também pensa no bebê, tem medo de forçar a barra e quer te dar espaço. Com isso fica aquele jogo de "empurra, empurra" um esperando por uma atitude do outro e com o passar do tempo a relação vai esfriando, gerando uma cadeia de eventos negativos no relacionamento.
  Sendo assim, hoje vou apresentar a vocês 3 dicas que irão ajudá-las a superar esta fase.

                               Fonte da imagem

1-   Tente estar sempre arrumada para ele.

   Sei o quanto é difícil se manter bonita e arrumada quando mal temos tempo de tomar um banho, as mamães do lar passam o dia inteiro e sem folga, arrumando a casa, fazendo comida e cuidando do bebê, e assim com tanta coisa pra fazer é quase impossível conseguir pensar em estética, já as que trabalham fora, chegam cansadas do trabalho, do trânsito e ainda precisam cuidar do filho pequeno e dar a ele a atenção necessária para suprir sua falta durante o dia. Então como seguir essa dica? Não vai ser fácil mais é possível, você não precisa está linda e cheirosa o dia inteiro, mas sim para o seu companheiro. Se ele trabalha e você fica cuidando da casa e do bebê, provavelmente ele só estará em casa no fim do dia e isso já te ajuda muito, pois basta você esperar o bebê dormir no fim da tarde ou pedir a ajuda de alguém para ficar um pouco com ele enquanto você toma um banho, arruma o cabelo e se prepara para seu amor, não é preciso se arrumar como se fosse para uma festa, é só vestir uma roupa em que se sinta bem para ficar em casa e ao mesmo tempo te deixe bonita e chame a atenção do seu companheiro. Já as mamães que trabalham fora, basta colocar o momento de cuidar da aparência dentro de sua rotina, você pode retocar a maquiagem antes de sair do trabalho, usar um bom perfume, assim se seu companheiro estiver em casa ao você chegar, ele já vai se deparar com a linda mulher que ele tem, depois basta tomar um banho e se quiser ficar a vontade, que tal uma camisola mais ousada? Não precisa fazer o estilo sexy até porque você ainda terá um tempo com seu filho antes de dormir, mas pode usar uma camisola tipo um vestidinho mais curtinho, deixar o cabelo arrumado e claro nunca esquecer do perfume. Assim para o seu companheiro você sempre estará linda, arrumada e perfumada (e que ele não saiba como é quando ele não está por perto rsrsrs...). Isso ajuda para que ele consiga separar a você mulher da você mãe, e talvez isso faça com que ele comece a tomar mais iniciativa e assim reaquecer a relação.

                              Fonte da imagem

2-  Sinta-se segura com seu corpo.

   Não adianta colocar em prática a dica numero 1, se na hora H você travar por se sentir insegura com seu corpo. Lembre-se que toda mulher muda depois de uma gravidez, e isso é completamente normal, as estrias, flacidez ou gordurinha localizada, realmente nos incomodam bastante, pois somos mulheres e vaidosas, no entanto como você pode querer que alguém te ache bonita, se nem você mesma acha? O primeiro passo é a aceitação,  é preciso aceitar que seu corpo mudou e ao mesmo tempo lembrar que nenhuma dessas mudanças estéticas interferem em quem você é. Olhe para você mesma e aceite sua nova beleza, nada nem ninguém é perfeito e uma estria aqui e ali não vai tirar aquilo que te torna uma mulher bonita, e se for te fazer sentir melhor tente usar roupas e roupas íntimas que valorizem seu corpo e ajudem a disfarçar aquilo que te incomoda, fique bonita pra você mesma e depois lembre que se seu companheiro gosta realmente de você, as mudanças no seu corpo não irão interferir nos sentimentos dele e nem no desejo que ele tem por você. Se seu companheiro te sentir mais segura, com certeza vai se sentir mais a vontade para se aproximar de você, fora que a sua segurança vai instigar ainda mais os desejos dele por você.

                                 Fonte da imagem

3- Tenham momentos a sós.

   Seja num fim de semana, ou apenas por uma noite, mas tentem ter momentos de casal. 
   Uma das coisas que mais esfriam uma relação depois que um bebê nasce é que tudo passa a girar em torno do bebê e o casal em si fica de lado, e isso é altamente prejudicial ao relacionamento. Por mais difícil que seja, não deixem isso acontecer, mantenham uma rotina de casal, seja uma vez por semana ou um fim de semana a cada mês, mas busquem ter esses momentos de romance e namoro. Sempre tem alguém confiável para se deixar o bebê, uma amiga, um familiar ou até mesmo uma babá, o importante é que seja alguém com quem você sinta bastante confiança, assim a paranoia de "o que será que está acontecendo com meu filho agora?" não vai atrapalhar o momento do casal. E se o problema for dinheiro, bom, vocês não precisam ir pro motel mais caro da cidade ou para o melhor restaurante. Uma ida ao cinema, um passeio em um parque bonito, ou até mesmo ir no barzinho da esquina é uma opção, o importante é o casal ter seu momento de conversa e carinho sem se preocupar com todo o resto. Dessa forma sempre que a relação começar a esfriar, esses momentos ajudam o casal a resolver suas diferenças e focar no que realmente importa que é o sentimento que ambos tem um pelo outro e pela família que formaram.



Iai meninas, o que acharam do post? Deixem seus comentários e não esqueçam de votar na nossa enquete logo aqui do lado. O que você acharia de um canal do blog no youtube?

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Como me tornei mãe aos 20 - Capítulo 6

   Depois de descobrir a nova gestação, fui atingida por diversos sentimentos como, medo, negação, alegria, tristeza, amor e mais uma infinidades de outros sentimentos que eu nem sei descrever.   
  Dessa forma guardei o segredo por mais uns dias, ainda não tinha caído a ficha e também tinha medo de ser vestígios da outra gravidez mesmo sabendo que as chances eram pequenas dado o tempo que já havia se passado, e no meio disso tudo ainda tinha minha relação maluca com o C.
   Bem nessa época estávamos afastados, mas tínhamos combinado de ir a uma palestra de férias na minha faculdade, como terminou tarde ele foi dormir em minha casa que ficava mais próximo ( só explicando, ele e eu morávamos numa cidade do interior não muito longe da capital, mas eu me mudei para uma cidade integrada a região metropolitana da capital, onde fica a faculdade). Com o nosso histórico, claro que acabamos tendo mais uma recaída e durante uma breve conversa acabei falando da minha suspeita e do teste positivo mas deixei claro que podia ser um erro e eu não estar grávida, mesmo assim o C ficou bem nervoso, e com isso foi tudo muito louco e traduzimos nossos sentimentos desencontrados em uma noite bem quente (prefiro nem entrar em detalhes rsrsrs...). Porém no outro dia, a ficha começou a cair, e o C voltou a ficar meio paranoico como da outra vez, sendo assim decidi fazer um beta quantitativo e repetir em 48h pra ter certeza de que estava aumentando e não diminuindo, se o valor aumentasse teria certeza de que se tratava de uma nova gestação.
   No primeiro exame deu 730mUi/ml, voltei na mesma clinica 72h depois e repeti o exame (não deu pra fazer em 48h porque fiz o primeiro na sexta e a clinica não abre no Domingo), e lá estava o meu positivo definitivo 2130mUi/ml, eu confesso que fiquei muito feliz, era como ter meu filho de volta depois de tanto sofrimento, mas quando a adrenalina passou, fiquei meio em choque, sabia que o C não ia aceitar bem, minha mãe também ia querer me matar por cometer o mesmo erro duas vezes e eu apesar de amar meu filho desde o momento em que soube da sua existência, não estava preparada pra ser mãe, pois eu sabia que se existisse alguma chance de eu e o C reatarmos, com esse filho essa chance evaporou, porque o C mesmo sendo um bom garoto e não fugindo da responsabilidade, não estava preparado pra ter uma família e nem queria isso tão cedo (uma coisa seria pagar a pensão e conviver com o filho, outra seria ser chefe de família, ter casa, esposa e filho aos 19 anos), eu também não queria isso, se voltássemos depois da gravidez seriamos meio que forçados a nos juntar de vez, e por mais doido que fosse, eu gostava da liberdade das nossas ficadas, eu amava o C e não queria perder o que agente tinha, mas as nossas recaídas meio que me libertavam do sentimento de luto pelo término, eu estava aprendendo a deixar o sentimento de lado e curtir aquilo de uma forma tipo "se deu deu e quando não der mais cada um pro seu lado". No entanto, se de um lado eu pensava assim, do outro eu morria de medo de ser mãe solteira, nunca fui de ligar para o que os outros pensavam de mim, mas sabia que seria julgada até pela minha própria família.
   Passados os primeiros sustos, resolvi focar na gravidez e mandar um dane-se pro resto, o C estava tendo o tempo dele pra assimilar tudo, já eu tinha muito o que fazer, contar no trabalho, iniciar o pré-natal e fazer os primeiros exames, precisava saber se estava tudo bem com meu filho e morria de medo de acontecer o que aconteceu da outra vez, e assim, durante alguns dias resolvi tudo, tanto no trabalho, quanto a consulta para o pré-natal e tudo que teria para resolver de imediato.
    Os enjoos estavam começando a aparecer e eu me sentia cada vez mais grávida, minha mãe me deu uma bronca mas logo já estava babando com a ideia de ser vovó de novo, tudo estava bem, porém para mim faltava algo...



Espero que tenham gostado do post de hoje. E lembrem-se que vocês também podem ter suas histórias publicadas aqui no blog basta enviar para contesuahistoria.blog@gmail.com.
  Não esqueçam de votar na nossa enquete logo aqui do lado. O QUE VOCÊ ACHARIA DE UM CANAL DO BLOG NO YOUTUBE?

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Curso de gestante: Devo fazer?

   


   


   Quando uma mulher descobre a gravidez, passa por um processo bastante complexo e confuso, de um lado está a alegria de descobrir que existe um bebê a caminho, principalmente aquelas que tentaram por anos até conseguir a tão esperada gestação, do outro, toda a avalanche de emoções que invadem a cabeça da futura mamãe e por isso ela precisa do máximo de apoio e de todas as formas possíveis de informação.
   Sendo assim, o pré-natal é de extrema importância para garantir a saúde da mamãe e do bebê. Nas consultas e palestras pré natais a grávida tem todo o acompanhamento necessário no que diz respeito as mudanças físicas e os cuidados com a saúde. 

  
Mas e os medos e inseguranças? como se preparar para o que está por vir no âmbito emocional?

     E é aqui que entra os Cursos de gestante. Os cursos de gestante têm o objetivo de ajudar a gestante com seus medos, dúvidas e inseguranças decorrentes de todas as mudanças que já estão acontecendo e as que ainda estão por vir. Na prática esses cursos são uma grande fonte de informação, acolhimento e uma forma da nova mamãe se preparar para esta nova fase de sua vida.
   Dentro do conteúdo programático dos cursos estão cuidados com o corpo, esclarecimentos de dúvidas abertas, amamentação, parto e pós-parto, entre outros inúmeros tópicos abordados sobre a maternidade. O fato é que aliado ao pré-natal, o curso de gestante pode deixar a grávida bem mais segura e preparada para encarar a gestação e tudo o que ela representa, por isso fazer o curso de gestante é de grande importância, principalmente para aquelas que estão passando por tudo isso pela primeira vez.

Onde fazer o curso?

   Várias maternidades particulares e públicas têm um programa de curso para gestantes, basta pesquisar em sua cidade que com certeza encontrará uma bem pertinho de você.
   E para as mamães que não tem tempo para fazer o curso presencial, é possível encontrar ótimos cursos online  e com preços bem atrativos comparados aos presenciais. Para as mamães que se interessam por esta modalidade de curso clicando aqui podem ter acesso a uma ótima opção de um curso básico, com um incrível conteúdo de qualidade e um preço bem acessível, já para as mamães que pretendem ter um parto humanizado essa aqui é a melhor opção, pois além de ser um curso online de alta qualidade é um curso voltado para a humanização do parto, o que será muito útil para a mamãe que opta por esse tipo de parto.



O que acharam do post? Deixem seus comentários.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Propaganda: Mamães e o ENEM 2016

   Olá meninas. Sei que esse blog é sobre maternidade e não de vendas ou grupo de estudos. Porém mãe também, é estudante, profissional, mulher.. bom, nós mulheres somos inúmeras coisas, simplesmente porque somos demais rsrsrs... Provávelmente alguma mamãe aqui, está inscrita no ENEM 2016 e eu vim aqui para indicar a vocês um produto que pode te ajudar a chegar onde vocês desejam.
   Trata-se de um manual de redação, com dicas e tecnicas para você construir uma redação nota 1000 no ENEM 2016, ou nota máxima em qualquer concurso público. Este manual, foi escrito pela mestre e fundadora da escola Bom Português Eliana Martins Jacob.  Vocês podem conferir clicando aqui.


Beijos e até a próxima.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Mais dicas para mamães de primeira viagem

   Olá meninas, como prometido, venho aqui postar mais algumas dicas para mamães de primeira viagem.
Lembrando que todas as dicas aqui postadas são baseadas nas experiências que tive e em perguntas feitas a médicos e pediatras a respeito dos assuntos abordados. Contudo qualquer dúvida procure sempre um médico para ter certeza do que fazer.
Dito isso, vamos as dicas.

1- Cólicas são normais.

   Navegando por alguns sites e fóruns vejo com bastante frequência as meninas morrendo de medo por estarem sentindo cólicas ou pequenas pontadas mesmo estando grávidas. E o que tenho a dizer é que é normal sim sentir cólicas durante a gestação, algumas mamães sentem até o parto. Mas porque isso ocorre? Segundo o ginecologista que acompanhou minha gravidez, as cólicas fazem parte de todo o processo de mudanças que acontecem no organismo da mulher no período da gravidez, o útero cresce em uma velocidade assustadora e isso causa um certo incômodo na gestante, esse incômodo pode ser notado como cólicas ou pequenas fisgadas no baixo ventre. Mas isso varia de mulher pra mulher, algumas não sentem nada durante toda a gestação e isso também é normal porque cada organismo reage de uma maneira as mudanças provocadas pela gravidez.
   Agora existem casos em que os sintomas precisam ser observados, como por exemplo: cólicas fortes e frequentes, sangramentos ou corrimento diferente do normal com ou sem cheiro, cólicas acompanhadas de barriga dura (contrações) antes de 37 semanas de gestação. Nesse caso deve-se procurar um médico o mais rápido possível.

2- Sangramentos nem sempre são normais.

    Enquanto algumas meninas vivem morrendo de preocupação com algumas cólicas, outras acham que sangrar na gestação é perfeitamente normal, porque uma parente, uma amiga ou uma conhecida "menstruou" durante a gestação. E sim isso pode ocorrer, tem mulheres que tem perdas de sangue durante a gravidez sem grandes problemas,  mas isso não é menstruação e sim sangramentos que podem ocorrer por vários outros motivos, como hormonais, pequenos hematomas coriônicos etc...        Muitas mulheres confundem com menstruação simplesmente porque por coincidência ou não, essas perdas podem ocorrer na mesma época que a menstruação viria, e somente com exames mais detalhados e acompanhamento médico de cada caso seria possível explicar o motivo disso acontecer. Mas grávidas não menstruam, para menstruar você precisa ovular e quando você está grávida seu corpo entende que não precisa mais ovular porque a partir da concepção todo o organismo passa a trabalhar para manter a gravidez e formar o bebê, é tipo assim, você ovula para engravidar e uma vez que você engravida o corpo entende que não é mais necessário ovular até que a gestação acabe e inicie um novo ciclo de ovulação.
Uma grávida pode sofrer pequenos sangramentos sem mais complicações, pois quando estamos grávidas todo o corpo fica muito vascularizado pelo aumento na produção sanguínea que agora precisa suprir não só um corpo mas sim dois, com isso regiões mais sensíveis como a vagina podem sangrar mais facilmente quando se tem atrito, como logo depois ou durante a relação intima, quando se faz uma transvaginal ou durante algum exame invasivo nessa região. Esse tipo de sangramento é considerado normal desde que não tenha fluxo e seja momentâneo. No entanto, sangramentos parecidos com menstruação ou que ocorrem mais de uma vez e vem acompanhados ou não de cólicas, devem ser avaliados por um médico e com bastante urgência, pois cuidado nunca é demais ainda mais quando se trata de um momento tão especial como a gravidez. Por isso meninas qualquer sangramento na gravidez que não se enquadre entre aqueles considerados normais, busquem um pronto atendimento o mais rápido possível.

3- Não ter sintomas é normal.

   Sim meninas é possível você estar grávida e não ter sintoma algum de gravidez. Cada organismo funciona de uma maneira e nem todas as mulheres sofrem com o sintomas da gestação e isso não é algo ruim, muito pelo contrário, sem o mal estar você pode aproveitar melhor os primeiros meses da gestação, antecipar algumas tarefas que se tornaram mais difíceis com o crescimento da barriga e simplesmente se sentir bem em estar grávida sem se preocupar com enjoos e mal estar. Algumas meninas ficam aflitas por não sentir nada, mas se a gravidez ta indo bem, as ultras estão normais e seu médico não te deu nenhum alerta, apenas relaxe e curta esse momento tão mágico.

Esse foi o post de hoje e espero que tenham gostado. Deixem seus comentários e sugestões.

sábado, 21 de maio de 2016

Como me tornei mãe aos 20 - Capítulo 5

   Como falei no post anterior, eu e o C ficamos por um tempo em uma "amizade colorida"  mas essa relação foi atrapalhada pelos sentimentos. Ainda existia muita atração, mas os sentimentos e as magoas eram muito presente e aos poucos começamos a nos afastar novamente, porém nessa mesma época iria acontecer um show da banda Malta em uma cidade próxima e tanto eu quanto ele queríamos muito ir, o show era patrocinado pela empresa em que uma colega minha da faculdade trabalhava, e por sorte ela ganhou dois ingressos e me deu, nossa, fiquei muito feliz, parecia destino, claro que como eu sabia que o C queria ir, logo o convidei, resolvemos colocar as diferenças de lado e curtir o show juntos como amigos.
   No dia do show, tudo foi simplesmente maravilhoso, mesmo eu dizendo que não ia rolar nada além de amizade, o C me surpreendeu com um beijo na frente de todos, por um momento pensei que talvez fossemos voltar mas não quis forçar a barra, apenas aproveitei o momento, e foi uma noite muito legal.
   Alguns dias depois do show, me toquei que minha menstruação estava atrasada no mínimo uns 5 dias, o que era muito estranho porque eu tomava pílula e sempre descia certinho, com isso tomei coragem e fiz um teste de farmácia, no início pensei ter dado negativo o que seria um alívio, mas vi uma segunda linha muito clarinha e já soube que era positivo, fiquei em choque e liguei para o C, que não gostou nada da ideia, nenhum de nós estava preparado para ter um filho, tínhamos 19 anos, ainda começando a faculdade e ganhávamos muito mal. Passamos por uma fase intensa de negação, fiz vários teste e o exame de sangue que fez a minha ficha cair. Depois de muito chorar resolvi contar pra minha mãe, eu fiquei com medo da reação dela porque além de tudo ela e meu pai estavam em fase de separação, ela já tinha tanta coisa pra se preocupar e agora eu ia dar mais uma, no entanto ela me surpreendeu, me deu alguns sermões mas também disse que estaria do meu lado e me ajudaria em tudo que eu precisasse, realmente ela me ajudou muito, me levou numa obstetra que ela conhecia, comecei a fazer os primeiros exames pré natais, e enquanto isso minha relação com o C só piorava, eu já estava aceitando melhor a gravidez, mas o C não aceitava de jeito nenhum, falava coisas que eu prefiro nem lembrar mas que me machucaram muito, por um lado me sentia feliz pelo meu filho mas por outro sofria porque pensei que depois do que houve no show eu e o C pudesse ter uma segunda chance, mas com toda a história da gravidez e logo quando eu mais precisava dele, ele se afastou e me machucou muito. Tudo era muito confuso mas resolvi focar na minha gestação, e ai começou mais uma etapa de tristeza, na primeira transvaginal o médico não viu nada, na segunda só foi visto o saco gestacional e só na terceira pude ver o bebê e ouvir seu coração, mas comecei a ter sangramentos, a angustia só crescia, eu sofria em silêncio, era muita coisa ruim acontecendo ao mesmo tempo, porém ao menos o C começou a se reaproximar e me dar forças pra passar por aquele momento, mas em uma segunda-feira, depois do C ter passado o dia todo cuidando de mim eu até estava confiante que mesmo sangrando meu bebê estaria bem e poderíamos cuidar do nosso filho juntos, mas ai as coisas começaram a se complicar novamente, o sangramento aumentou e fui correndo pra maternidade, além da demora no atendimento, a negligência também se fez presente, pois mal me examinaram, eu sangrava muito e tudo que fizeram foi me mandar de volta pra casa e continuar tomando o remédio que a minha médica já havia passado.
   Assim que cheguei em casa senti vontade de ir ao banheiro, pensei que fosse fazer xixi mas na verdade era o meu bebê, senti algo escorregar e quando olhei para baixo vi uma bola grande de sangue sair e tive certeza de que era o meu bebê, sofri demais, chorei muito, e chorei ainda mais quando tive que avisar ao C o que tinha acabado de acontecer, por sorte minha mãe é técnica em enfermagem e me ajudou, eu não queria ir pro hospital e ela respeitou minha decisão.
   No outro dia o C foi a minha casa antes de ir trabalhar, levou uma caixa de chocolates e pediu desculpas por ter surtado um pouco ao saber da gravidez, e ficamos bem um com o outro como amigos. Na mesma semana eu me mudei com minha mãe, fomos morar numa cidade próxima e combinei com o C de que assim que o sangramento passasse eu o avisaria para que ele me encontrasse e fossemos juntos fazer uma ultra transvaginal para ver se estava tudo bem. E assim se passou 12 dias de sangramento e muita tristeza, mas o fato de estar em outra cidade, longe de tudo que me lembrava meu bebê ajudou a amenizar o sofrimento. Logo que parou, liguei para o C, e fomos no dia seguinte fazer a ultra, eu meio que no fundo ainda tinha esperança de que meu filho ainda podia estar lá, mas o aborto espontâneo só foi confirmado, a médica disse que estava tudo bem, eu tinha expelido tudo que devia, só meu útero que segundo ela ainda estava com aparência gravídica, ou seja eu não tinha como eu engravidar novamente até a próxima menstruação que era quando eu deveria voltar a usar o anticoncepcional, não houve restrição para voltar a ter relações e no mesmo dia a noite eu e o C tivemos uma recaída, faltava pouco para o natal e ele me chamou pra passar na casa dele, e nos dias que fiquei lá também acabou rolando. Tudo ia bem parecia que talvez fosse existir uma chance pra nós dois, passamos o ano novo juntos, porém fomos nos afastando novamente, eu estava iniciando em um novo emprego e cuidando de me adaptar a nova vida em outro lugar, ele também andava ocupado e mal nos falávamos, até que percebi que estava demorando muito pra minha menstruação descer, tudo ocorreu em Dezembro e já era fim de Janeiro e nada, perguntei a minha mãe e ela disse ser normal e que o aborto podia ter me deixado desregulada, mas eu sentia que tinha alguma coisa diferente no meu corpo, eu não achava que era possível, contudo resolvi arriscar e fazer um teste de farmácia e lá estavam minhas duas risquinhas de novo.

Esse foi o post de hoje, espero que estejam gostando da minha história. E para aquelas que desejam assim como eu, compartilhar suas histórias basta enviar um e-mail para contesuahistoria.blog@gmail.com

2